Resenha: Top 2018

13 dezembro 2018

Final de ano chegando, resolvi fazer uma postagem diferente, inspirada no encontro literário que tivemos em dezembro. Cada uma tinha que escolher os melhores livros do ano, tarefa muito difícil, é claro, frente aos excelentes livros que lemos e os lançamentos maravilhosos que aconteceram em 2018. Mas consegui reunir alguns livros e falarei deles abaixo, colocando em cada título o link da resenha que fiz sobre ele, ok?


Facilmente um dos melhores livros que li esse ano, aliás, um ano onde li diversos dramas. Várias meninas do meu grupo literário adoram esse gênero, e elas me incentivaram a ler alguns. A Fabiély me indicou esse, e eu não queria fazer outra coisa, a não ser lê-lo. Se você quer começar seu 2019 muito bem, com uma linda história, leia Mar da Tranquilidade.


Kristin Hannah entrou para meu rol de autores favoritos quando eu li As Cores da Vida. Já li mais um livro dela e tenho outros na lista, e com certeza o livro que ganhei da Fabiély no amigo secreto literário será lido nas férias (um dos primeiros de 2019). Kristin também escreve romances dramáticos, e os dela são de prender o fôlego. As Cores da Vida foi o melhor que li até agora, por isso sua indicação aqui.


2018 foi um ano onde li muitos nacionais, inclusive como revisora, pois foi o ano onde me firmei na profissão como até então não tinha acontecido. Eu não era muito fã de nacionais, sempre preferia os estrangeiros, mas estava com um excelente pressentimento com o livro da Paola e não me decepcionei, muito pelo contrário. Aguardo ansiosa o próximo livro da autora!


Não conhecia a autora, mas me apaixonei pela capa. Amo chick-lit e Susan soube dosar muito bem romance com bom-humor, e a história dela é leve e divertida, com um toque de suspense sobre como tudo vai acabar. Vale muito a pena ler o livro, não somente para admirar a capa!


Não escondo de ninguém que Nora é uma das minhas autoras favoritas, e os livros dela todo ano me encantam. Vários me deliciaram em 2018, mas os represento com Ao Pôr do Sol, um romance com toques de suspense e drama (tô achando que foi o ano dos dramas!). Eu não leio sinopses porque acredito que elas dizem de mais, e foi exatamente o que aconteceu nesse livro. Como não li, fiquei vidrada querendo saber o que aconteceria com uma das protagonistas. Demais!


Eu gostei de A Pequena Livraria dos Corações Solitários, é um romance fofinho, com capa lindíssima, para se ler em uma tarde chuvosa. Mas eu amei a sua continuação, e já estou ansiosa por mais. Leia o livro de título gigante e se apaixone pela Verity, uma mocinha cheia de atitude, uma pessoa que todos gostariam de conhecer!


Primeiro livro que li em 2018, na verdade foi uma releitura. Eu já havia lido esse romance hot em e-book, mas rolou uma parceria superlegal que virou amizade com a autora, e eu recebi o livro para guardar com todo o carinho, com direito à dedicatória e meu nome nos agradecimentos. Fantástico, não é mesmo? Mas mais fantástico é esse romance hot cheio de conteúdo, não somente de cenas eróticas, que me fez indicá-lo entre os melhores. As cenas são naturais, fazem parte do romance, então eu leio e indico esse e a coleção toda.


Nicholas Sparks é o meu autor (masculino) favorito, mas há tempos ele não publicava algo tão bom quanto Almas Gêmeas. O livro é uma mistura de dois de seus sucessos, e tem o drama que nos faz amar e odiar o autor ao mesmo tempo. É a oportunidade de se emocionar, de querer conhecer os personagens, de desejar consolar suas dores e chorar com eles.


Como eu disse antes, o ano de 2018 foi onde me firmei profissionalmente como revisora. Já havia revisado vários livros, mas em nenhum deles o meu nome tinha saído impresso, porque era revisão para o autor. Quando ele conseguia publicação, a editora revisava novamente e saía o nome do contratado pela empresa. Mas em 2018 eu fiz uma parceria muito legal com a Editora Pedrazul, e vários dos livros que revisei foram publicados. Entre eles, Paixão de Recomeço.

Não o escolhi apenas por ser fruto do meu trabalho, mas porque é um dos melhores romances de Chirlei. A escrita dela é envolvente e a leitura nos dá prazer. Em 2019, leia um dos livros dessa autora, você não se arrependerá!

Consegui reduzir os melhores do ano em nove, e foi um sacrifício! No encontro eu indiquei oito, mas tive que voltar atrás e sugerir também Almas Gêmeas, porque o livro merece estar aqui. A Fernanda do meu grupo literário inclusive pegou no meu pé porque não o indiquei, mas eu queria reduzir ao máximo e acabei deixando-o de lado. Não achei legal fazer isso, então me retrato aqui.

É isso, espero ter ajudado vocês com a lista de leitura do ano que se inicia em breve. Até logo!

Sorteio de Natal - Portal JuLund e Amig@S

07 dezembro 2018
"Então é Natal...”

Natal é época reunir a família, os amigos e ... tentar a sorte no nosso sorteio conjunto com os blogs amigos! Rs

O Portal Julund  chamou “azamigas” dos blogs/fanpage: Livros Amigos & Cia, Malucas por Romances, Notas Literárias, Paty Bookaholic, e Pérolas Literárias, e, juntas, vamos sortear SEIS livros para TRÊS ganhadores. Cada ganhador leva para casa dois livros + kit de marcadores diversos. Para participar basta seguir as regras e torcer para estar com sorte.

IMPORTANTE: LEIAM e SIGAM as regras, pessoal.


Resenha: A irmã da lua

06 dezembro 2018
Quinto volume da série As Sete Irmãs. Lucinda Riley já vendeu mais de 15 milhões de livros no mundo. Em A Irmã da Lua, quinto volume da série As Sete Irmãs, duas jovens separadas por um século têm suas vidas entrelaçadas numa emocionante história sobre fé, tradição, paixão e sobrevivência. Entre as filhas adotivas de Pa Salt, Tiggy D’Aplièse é conhecida como a instintiva e sensível. Envolvida em sua carreira na proteção de animais selvagens, ela não sabe se está preparada para seguir as pistas de suas origens, deixadas pelo pai. Ao aceitar um novo emprego nas belíssimas Terras Altas escocesas, Tiggy fica apaixonada pela remota propriedade, administrada pelo enigmático Charlie Kinnaird. O belo cirurgião cardíaco acabou de herdá-la e enfrenta problemas para reerguê-la e transformá-la em um santuário para as espécies nativas. Em seu novo lar, Tiggy encontra o velho cigano Chilly, que altera totalmente seu destino. Ele conta que ela não só possui um sexto sentido, proveniente dos ancestrais, como há tempos foi previsto que ele a levaria até suas origens na Espanha, nas montanhas sagradas de Sacromonte, à sombra da magnífica Alhambra. Escrito com a notável habilidade de Lucinda para entrelaçar enredos emocionantes e nos transportar para épocas e lugares distantes, A irmã da lua é uma brilhante continuação para a aclamada série das Sete Irmãs, e uma leitura saborosa e reveladora.

Quem me conhece sabe que Lucinda está entre minhas autoras favoritas e que eu adoro a coleção As Sete Irmãs. Portanto, estava ansiosa para conhecer a história de Tiggy. Eu adorei cada uma das irmãs D'Aplièse, e Taígeta não foi diferente. Ainda acredito que sou mais parecida com Estrela, mas todas elas me fazem pensar, em algum momento: nisso nós somos parecidas. Acho que somos assim com a maioria das pessoas, pelo menos em alguma coisa! 

Resenha: Um acordo pecaminoso

29 novembro 2018
Lady Pandora Ravenel é muito diferente das debutantes de sua idade. Enquanto a maioria delas não perde uma festa da temporada londrina e sonha encontrar um marido, Pandora prefere ficar em casa idealizando jogos de tabuleiro e planejando se tornar uma mulher independente. Mas certa noite, num baile deslumbrante, ela é flagrada numa situação muito comprometedora com um malicioso e lindo estranho. Gabriel, o lorde St. Vincent, passou anos conseguindo evitar o casamento, até ser conquistado por uma garota rebelde que não quer nada com ele. Só que ele acha Pandora irresistível e fará o que for preciso para possuí-la. Para alcançar seus objetivos, os dois fazem um acordo curioso, e entram em uma batalha de vontades divertida e sensual, como só Lisa Kleypas é capaz de criar.

Antes de começar propriamente a resenha, um alerta: este é o terceiro volume de Os Ravenels, então vou assumir que você já leu os dois anteriores, ok? Terá spoilers, então cuidado! (Risos). 

Pandora é irmã gêmea de Cassandra, mas elas são bastante diferentes, tanto na personalidade quanto na aparência. Elas foram criadas no meio rural, esquecidas da sociedade por conta de pais e um irmão descuidados, que não davam atenção alguma a elas. Cresceram à vontade, sem a etiqueta que a sociedade londrina exige de suas damas.

Acontece que, com o casamento de Devon, seu primo, com Kathlenn, sua ex-cunhada, as meninas passaram a ter dinheiro e atenção, até com uma dama de companhia para ensiná-las os modos adequados. E assim, as gêmeas conseguem debutar na sociedade, mesmo que com atraso.

Resenha: O bosque de faias

22 novembro 2018
Joana é uma jovem francesa criada no seio de uma família pertencente à burguesia do século XIX. Ela luta pelo seu direito de liberdade; no entanto, em uma época em que os pais ditavam as regras e firmavam acordos nupciais unicamente baseados em dotes e interesses, ela precisará usar de toda a sua força e rebeldia para alcançar o que quer.

A sinopse desse livro tem apenas quatro linhas, então vou precisar contar bastante da história para você conhecê-la e para que eu possa despertar o desejo de leitura em você, ok? Mas, primeiramente, vou contar como conheci o romance.

A Rosi Rocha, amiga do meu grupo literário, levou o volume (aliás, esse e a continuação) em um dos encontros, para que conhecêssemos sua leitura atual, que ela estava adorando. A autora, Amanda Bonatti, mora em Piçarras, que fica no litoral norte de Santa Catarina, bem pertinho de onde eu moro. Em janeiro, se tudo der certo, ela comparecerá ao nosso grupo para um encontro muito especial.

Joana é a protagonista, e ela possui três irmãs. Por ser a mais velha, e por sua família ser muito tradicional, as mais novas só se casarão depois de Joana, mas ela não deseja casar apenas pelo gosto do pai, e eles vivem em constante desavença.


Resenha: A Grande Solidão

15 novembro 2018
Alasca, 1974. Imprevisível. Implacável. Indomável. Para uma família em crise, o último teste de sobrevivência. Atormentado desde que voltou da Guerra do Vietnã, Ernt Allbright decide se mudar com a família para um local isolado no Alasca. Sua esposa, Cora, é capaz de fazer qualquer coisa pelo homem que ama, inclusive segui-lo até o desconhecido. A filha de 13 anos, Leni, também quer acreditar que a nova terra trará um futuro melhor. Num primeiro momento, o Alasca parece ser a resposta para tudo. Ali, os longos dias ensolarados e a generosidade dos habitantes locais compensam o despreparo dos Allbrights e os recursos cada vez mais escassos. Porém, o Alasca não transforma as pessoas, ele apenas revela sua essência. E Ernt precisa enfrentar a escuridão de sua alma, ainda mais sombria que o inverno rigoroso. Em sua pequena cabana coberta de neve, com noites que duram 18 horas, Leni e a mãe percebem a terrível verdade: as ameaças do lado de fora são muito menos assustadoras que o perigo dentro de casa. A Grande Solidão é um retrato da fragilidade e da resistência humana. Uma bela e tocante história sobre amor e perda, sobre o instinto de sobrevivência e o aspecto selvagem que habita tanto o homem quanto a natureza.

Eu havia lido, até então, apenas um livro de Kristin Hannah, o romance As Cores da Vida. Mas me apaixonei de tal forma pela escrita dela que adquiri vários livros desde então, e sugeri alguns para o presente de amigo secreto do meu grupo literário. Aliás, foi assim que consegui O Caminho Para Casa, porque a querida amiga Fabiély Miranda me presenteou com um dos muito desejados.

Sendo assim, também não perdi tempo e não pensei duas vezes antes de escolher A Grande Solidão. O livro, assim como o anterior, não é uma história feliz. Outra querida amiga, a Rosi Rocha, disse que os livros da Kristin são todos assim, romances dramáticos, mas eu complemento dizendo que são histórias lindas e envolventes, que nos fazem querer ler mais e mais.

Bom, já foram dois parágrafos e eu ainda não comecei a falar propriamente do livro. Mas eu quis fazer essa introdução para recomendar não somente A Grande Solidão, lançamento da Editora Arqueiro, como todos os livros da Kristin. Vamos à história?

Resenha: A Perdição do Barão

07 novembro 2018
Novo livro de Lucy Vargas, autora de Um Acordo de Cavalheiros. A família de Patrick, como muitas da aristocracia inglesa, foi marcada por escândalos amorosos e sofrimentos. Não é à toa que ele acredita estar amaldiçoado pelo “mal do amor”. Quando se apaixona por Hannah, cuja família também esconde segredos, Patrick não consegue confiar nela e muito menos acreditar que um dia seu amor será correspondido. Ele parte decidido a esquecê-la, mas incapaz de conter o amor que sente, ele aceita: Hannah é a sua perdição. Se permitir que fantasmas do passado continuem a assombrá-los, Hannah pode escapar por entre seus dedos, pondo em risco seus votos e seu elo inquebrável. Quanto mais esse elo é capaz de resistir? Até onde Patrick é capaz de ir por sua baronesa?

Eu nunca tinha lido nada de Lucy, mas a avaliação de seu livro anterior, Um Acordo de Cavalheiros, é muito boa. Acho que foi meu primeiro nacional de época também. Vamos à história?

Patrick não era acostumado com arroubos de amor, ele sempre foi uma pessoa mais contida. Isso talvez se deva ao fato de que ele sempre teve escândalos na família. A mãe foi embora com seu amante, deixando duas crianças pequenas, e o pai virou companheiro da amante, tendo vários filhos bastardos com ela.