Resenha: Rainbow, @editorapandorga

26 maio 2017

Sinopse: Rainbow Walker sempre se sentiu diferente das garotas da sua idade. Com um nome peculiar e uma família estranha, ela nunca conseguiu estabelecer vínculos ou manter muitas amizades. Agora, em uma nova cidade, ela terá que se adaptar a uma nova escola e rotina, ao mesmo tempo em que precisa deixar sua introspecção de lado.Mas Rainbow não está sozinha nessa jornada, já que uma pessoa inesperada entra em seu caminho, fazendo com que ela precise rever todos os velhos preconceitos em relação aos outros, se obrigando a deixar as pessoas entrarem na sua vida.Reviravoltas, conflitos familiares e toda espécie de desventuras típicas de uma adolescente no Ensino Médio não podem competir com o que ela menos esperava encontrar: o amor e a autodescoberta.

Olá pessoal, hoje vamos conversar sobre esse livro que não tem só a capa mais linda do momento, mas tem uma das histórias mais lindinhas e loucas do momento. Recebemos o ARC em parceria com a autora M. S. Fayes e agradecemos desde já.

Rainbow Walker, é filha de um casal de Hippies, o que já explica seu nome, e sempre viveram esse estilo de vida livre e sem amarras. Com isso seus filhos também precisaram aprender a não ter amarras. Isso nunca atrapalho a vida de seus irmãos, Sunshine e Thunder Storm (sério, Martinha?? AMEIII). Mas para ela isso sempre foi um empecilho. Ela nunca se abriu e nunca quis fazer amigos, para quê o trabalho se em pouco tempo eles estariam em outro lugar? Eu entendo completamente essa menina.

Salvaged de Jay Crownover

24 maio 2017

Olá pessoal, tudo certinho??? Então esse mês a editora V&R começou a publicar a série Saints of Denver da autora Jay Crownover, o primeiro livro, Amor Aprisionado (Leveled, no original, resenha AQUI), já está disponível em E-Book e em Formato Físico.

Entretanto a série já está indo para o quarto livro nos EUA com o livro Salvaged, algo como Salvamento em tradução livre. E nós trazemos para vocês em primeira mão a sinopse e um pequeno trecho, em tradução livre, para que vocês já preparem seus corações. Apesar de Saints of Denver ser um spin-off de Homens Marcados, vocês podem ler os livros individualmente, mas se vocês conhecem a primeira série saberão quem são os personagens, pois eles já foram citados em Chamas do Passado e Desejos do Destino.

Resenha: A Árvore dos Anjos, @editoraarqueiro

Trinta anos se passaram desde que Greta deixou de morar no solar Marchmont, uma
bela e majestosa residência na região rural do País de Gales. A convite de seu velho amigo David, ela decide retornar ao lugar para comemorar o Natal. Porém, devido a um acidente de carro, Greta não tem mais lembranças da época em que vivia na propriedade, assim como de boa parte de seu passado. Durante uma caminhada pela paisagem invernal de Marchmont, ela encontra uma sepultura no bosque, e a inscrição na lápide coberta de neve se torna a fagulha que a ajudará a recuperar a memória. Contudo, relembrar o passado também significa reviver segredos dolorosos e muito bem guardados, como o motivo para Greta ter fugido do solar, quem ela era antes do acidente e o que aconteceu com sua filha, Cheska, uma jovem de beleza angelical... mas que esconde um lado sombrio. Da aclamada autora da série As Sete Irmãs, A Árvore dos Anjos é uma história tocante sobre amores e perdas, sobre como nossas escolhas de vida podem tanto definir quem somos como permitir um novo começo.
 Ah, Lucinda Riley com certeza é uma das melhores escritoras que existem, na minha opinião. A autora irlandesa sempre consegue me surpreender, me envolvendo logo nas primeiras páginas, e é a campeã de resolver ressacas literárias. Eu estou aguardando a continuação de As Sete Irmãs, mas um excelente alívio foi a leitura de A Árvore dos Anjos, mais recente lançamento de Lucinda.

Os livros da escritora sempre seguem um padrão, pelo menos é o que tem acontecido até então: a história se começa no presente, e um diário ou um personagem narra uma história do passado. Durante o enredo, essas histórias se intercalam, despertando ainda mais a nossa atenção e a curiosidade pelo desfecho.

Sorteio Dia dos Namorados

22 maio 2017


Olá pessoal, Dia dos Namorados chegando e nós resolvemos nos reunir e fazer um super sorteio. Os Blogs Tell Me A Book, Fadas Literárias e o Notas Literárias presentearão seus leitores, cada um, com um livro e um Kit de Marcadores, e para concorrer basta escolher seu Kit ou todos e cumprir as regrinhas, ok?!

Resenha: Nunca Jamais Parte 2, @galerarecord

Sinopse: A segunda parte do suspense romântico de tirar o fôlego “Nunca Jamais” Um garoto abre os olhos e sequer se lembra que seu nome é Silas. O telefone toca... “Encontrou ela?”, pergunta a voz do outro lado da linha. Quem é ela? Quem sou eu? Charlie se vê presa em um lugar parecido com quartos de hospital (ou de um manicômio). Também não se lembra de nada, nem sequer do próprio rosto. O tempo passa e ninguém vem salvá-la. Ela precisa escapar por conta própria. Aos poucos, os dois descobrem que vêm perdendo a memória em períodos cíclicos. E também que se amam imensamente. Numa corrida para descobrir a razão dos apagões em suas memórias, Silas e Charlie acabam descobrindo muito mais sobre si e os mistérios que envolvem suas famílias. Mas muito em breve vão esquecer tudo de novo. E precisam estar juntos para evitar o pior.

Olá pessoal, depois de um ano de espera, é isso mesmo um ano, saiu a segunda parte de Nunca Jamais. A resenha da primeira parte você confere AQUI, e se você não leu, pode ler a resenha porque não falarei nada que já não esteja na sinopse para não estragar a surpresa, afinal um livro de 144 páginas se eu falar muito, já era o livro.

Como eu mencionei na primeira resenha, tudo o que conhecemos da CoHo pode ser esquecido aqui, porque a pegada da Tarryn é bem forte. Então é assim, Silas é o verdadeiro mocinho estilo Hoover, Charlie a Oportunista, entenderam a referência??? Risos!!!! Logo de cara as dedicatórias das autoras mostram essa diferença e realmente é muito legal de ver.

Este livro é para todos vocês que amam finais felizes e que me perdoaram pelo fim da parte um. Foi culpa da Tarryn. Colleen Hoover

Este livro é para todos que acham que finais felizes e Pepsi diet são coisas ridículas. Tarryn Fisher

Mais uma vez o ciclo deles terminou e Silas acorda sem saber de nada a seu respeito, a confusão continua, mas dessa vez ele deixou a carta ao seu alcance para que ele saiba o que está acontecendo. Sendo que ele é despertado por uma pergunta inusitada sobre ter encontrado alguém que ele não sabe exatamente quem é.

Porque príncipes encantados existem

16 maio 2017
Sabe o que eu estava lembrando essa tarde garoto, do dia que a gente se reencontrou, depois de tanto tempo sem sabermos como o outro andava, a vida fez bum,e caímos no caminho um do outro.

Imagino garoto que quando me olhou nos olhos me sentiu muito diferente do que já fui um dia, deixei de lado meu jeito inocente de acreditar em tudo que me contavam e via a vida com olhos mais duros.

Mas sabe, aquele dia mudou muita coisa, aquele dia me fez voltar a acreditar em príncipes encantados. Hoje você ficaria orgulhoso olhando nos meus olhos, um brilho de um que de inocência voltou a florescer.

Acho garoto que você iria gostar do responsável por eu ter voltado a acreditar nos príncipes, não pense que ele veio me salvar, montado em um cavalo branco com uma espada em punho, ele não precisou me salvar de nada tão perigoso além de mim mesma.




Resenha: Born to Run, @EditoraLeya

Sinopse: Bruce Springsteen por ele mesmo: a autobiografia que está sacudindo o mundo.
Um dos artistas mais admirados e influentes da história do rock and roll mundial, Bruce Springsteen passou os últimos sete anos escrevendo secretamente a história de sua vida. O resultado é Born to run, esta autobiografia extraordinária, que a LeYa publica quase que simultaneamente ao lançamento mundial.
O livro, que se tornou um best seller instantâneo e atualmente ocupa a quinta posição entre os mais vendidos da Amazon americana, carrega a mesma honestidade, humor e originalidade que Bruce imprime a suas canções. Nele, o músico descreve sua criação católica, a obsessão pela carreira musical, o início em bares ao apogeu da E. Street Band e, com muita sinceridade, fala pela primeira vez das batalhas pessoas que inspiraram seus melhores trabalhos.
Born to Run será reveladora para qualquer um que goste de Bruce Springsteen, mas vai muito além das memórias de um legendário astro do rock. Este é um livro para trabalhadores e sonhadores, pais e filhos, apaixonados e solitários, artistas, loucos, e qualquer um que já tenha desejado ser batizado nas águas do rio sagrado do rock and roll. E se torna indispensável por trazer a reflexão sobre o posicionamento do artista e o papel da cultura em um contexto de crise e perda de valores humanos.
Raramente uma lenda como Bruce contou sua própria história com tanta força e vigor. Como nas canções (“Thunder Road,” “Badlands,” “Darkness on the Edge of Town,” “The River,” “Born in the U.S.A,” “The Rising,” e “The Ghost of Tom Joad,” para ficar somente com algumas), sua autobiografia foi escrita com o lirismo de um poeta singular e a sabedoria de um homem que refletiu profundamente sobre suas experiências.
Olá pessoal, quem nos acompanha desde o Portal, sabe o quanto eu gosto de biografias de músicos. Essa, em especial, tem um gostinho de saudades. Saudades da minha infância e da minha adolescência. Olhando essa capa só me lembro do timbre de voz tão diferenciado e tão reconfortante de Bruce.

Biografias sempre me deixam um pouquinho de pé atrás, mas normalmente de músicos, costumam ser um pouco mais verídica. E aqui não se mostrou diferente. Bruce sempre foi um cara considerado tranquilo para os padrões do rock and roll americano e ele abre seu coração de forma tão pessoal, que se você já é fã, você será engolido pelas histórias e vai definitivamente admirá-lo mais. Se você não é fã, terá a oportunidade de conhecer uma história empolgante e saber um pouco mais desse artista completo e um homem comum. O livro é divido em três partes e vou falando sobre cada uma delas.

Livro um, Growing Up, mostra a vida de Bruce nos subúrbios de New Jersey, como a criança que conhecia todas as pessoas e que desde cedo começou a tocar em bares foi construindo sua relação com a música em com quem os cerca. Nos mostra o Bruce rebelde que não gosta de seguir regras e que desenvolve uma raiva desmedida de ter que cumprir horários e hierarquias. Uma visão muito interessante do homem que estava se formando.