Resenha: Best I've Ever Had

19 abril 2019
Sinopse: O verão  retornou a cidade costeira de Sea Breeze no Alabama. A vida noturna iluminada por corpos muito bronzeados, música ao vivo, o cheiro de frutos do mar recém-cozidos. Levando tudo isso, ele se perguntou se voltar era a melhor coisa.Ele não era o mesmo homem que havia saído da cidade há um ano na motocicleta que ele havia comprado espontaneamente depois do casamento de sua melhor amiga. Dos cachos louros bagunçados que ele deixou crescer para as tatuagens, que agora cobriam seus braços, parte do peito e até a lateral do pescoço, tudo representava uma parte de sua jornada.
Eli Hardy estava de volta, mas ele não planejava ficar por muito tempo

Hello pessoas, tudo certinho?!? Hoje vamos bater um papinho sobre Best I've Ever Had, terceiro livro da série Sea Breeze Meets Rosemary Beach. E ele nos conta a historia de Eli Hardy.

Para contextualizar: a série Rosemary Beach está completa no Brasil pela editora Arqueiro ❤ a série Sea Breeze está sendo publicada agora ❤ essa terceira série é o encontro dos filhos de ambas as séries. O primeiro livro foi protagonizado por Nate Finlay e Bliss York. O segundo livro protagonizado por Lila Kate Carter, Cruz Kerrinton e Eli Hardy.


Aqui temos um Eli em conflito constante com seu temperamento mais suave que os demais caras, assim como seu pai Marcus Hardy, Eli é o fofinho da história. Ele não magoa, não se aproveita e é extremamente confiável. Ele merecia um final feliz em grande estilo e assim Abbi criou sua história. 
"I had decided I was the perpetual good guy. The guy girls know as steady, dependable, forgiving, blah motherfucking blah."
O par romântico dele, não foi anunciado pela autora, e nem sei se já vazou, mas não vou mencionar quem é. Mas sobre o temperamento dessa mocinha, eu posso dizer que levei tempo para gostar. Sério eu amo sua mãe, sempre foi uma das personagens que eu sempre gostei, mas ela... foi difícil.
“Fuck yeah I do. Good boy gone bad. Sexy as hell.”
O livro tem uma carga emocional muito grande, tem muitos segredos, tem doença, tem morte, tem segredos e tem o Eli questionando o tempo inteiro a sua personalidade, dá para ser badboy sem ser bad. E esse para mim foi o ponto negativo do livro. Essa busca constante em ser quem ele não é, para se enquadrar nos padrões e nas expectativas dos outros, ou pior, para ser um Nate ou um Cruz, me decepcionou. Ainda mais que temos plot twist já utilizado e que não trouxe nenhuma grande novidade, sobre os personagens.
"That’s all they knew to do. Lie. Destroy everything around them."
Fora isso, é uma alegria constante revisitar essas duas séries, porque eu sou fã sim, e por mais que as coisas não tenham saído como o esperado, eu ansiei por esse livro e eu o devorei. Se eu recomendo a leitura? Com certeza! Mas já te adianto que, antes de ficar bom, você passa raiva. Mas afinal, a função do livro é essa, nos despertar sentimentos, sejam eles quais forem. Se não despertar, tem algo errado e não é isso que temos aqui.
"He laughed. Loudly. It was real, it was free of darkness, and it was the most beautiful sound in the world."
Não tenho como dar cinco estrelas, mas ainda assim ele vai ganhar um coraçãozinho de favorito porque eu amo esse personagem.

Até mais!

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